terça-feira, 10 de janeiro de 2012

ESTÁDIO DR. GENTIL FERNANDES - AREIA BRANCA

O PATRONO - NATURAL DE CARAÚBAS-RN, NASCIDO A 5 DE SETEMBRO DE 1903, FILHO DE FRANCISCO FERNANDES E DE MARIA EVANGELINA, CASADO COM RITA COSTA FERNANDES, NATURAL DE AREIA BRANCA-RN, NASCIDA A 25 DE JUNHO DE 1919. DR. GENTIL FERNANDES, MÉDICO, FORMADO PELA FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO. FALECEU EM AREIA ABRANCA NO DIA 31 DE JANEIRO DE 1962

sábado, 15 de maio de 2010

ESTÁDIO ANTONIO LOPES FILHO - APODI

FOI INAUGURADO NO DIA 17 DE JULHO DE 1967, PERTENCENTE A FUNDEVAP, LOCALIZADO NA RUA ADRIÃO BEZERRA, NA CIDADE DE APODI-RN. ATUALMENTE ENCONTRA-SE EM TOTAL ABANDONO. APODI MERECE UM ESTÁDIO A ALTURA DA CIDADE. É UMA VERGONHA PARA O POVO DE APODI PERDER PARA FELIPE GUERRA. O ESTÁDIO ANTONIO PASCOAL É TOTALMENTE SUPERIOR AO ANTONIO LOPES FILHO. OS REFLETORES DO ESTÁDIO INSTALADOS NA ADMINISTRAÇÃO DE SIMÃO NOGUEIRA NETO, RECENTEMENTE FORAM RETIRADOS DOS POSTES.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

PRIMEIRO ESTÁDIO DE MOSSORÓ - CAMPO DA LIMITADA

CAMPO DA LIMITADA - MOSSORÓ
O primeiro estádio de futebol do interior do Estado do Rio Geande do Norte foi o Campo da Limitada,localizado na atual sede do SESI, na cidade de Mossoró, e foi inaugurado no dia 25 de dezembro de 1921 e o primeiro jogo interestadual ocorrido no antigo campo da Limitada foi entre HUMAITA 2x2 SELEÇÃO DE LIMOEIRO DO NORTE-CE, realizado no dia 01 de outubro de 1922.

ESTÁDIO JUVENAL LAMARTINE - NATAL


As primeiras peladas que foram vistas pelos terrenos descampados de Natal surgiram no começo do século passado. Segundo o mestre Câmara Cascudo, rapazes da melhor sociedade natalense iam completar os estudos na Inglaterra e, na volta para as férias escolares traziam bolas, chuteiras, apito e as regras do “foot ball” association. Os rapazes filhos dessas famílias mais abastadas não precisavam ir muito longe, porque utilizavam os terrenos melhor localizados, como o que hoje é ocupado pela velha praça André de Albuquerque no centro da cidade, o terreno da praça Pio X onde hoje está a imponente Catedral Metropolitana, e o terreno que o natalense conhecia como “ground” da praça Pedro Velho (praça Cívica). Esses três descampados, e mais o descampado que serviu de espaço para construção do estádio “Juvenal Lamartine” supriam o gosto dos jovens natalenses pelo futebol. Com a fundação do AMÉRICA em 14de julhode 1915, depois o ABC FC, fundado no dia 29 dejulho de 1917; e ainda no mesmo ano o Alecrim FC, a 18 de agosto de 1915, eposteriormente e o SPORT CLUBE DE NATAL, fundado no dia 25 de agosto de 1915, era o instante propício para os cartolas pensarem na criação de uma entidade capaz de arregimentar esses clubes. Fundada inicialmente a Associação Rio-grandense de Atletismo (ARA) e logo depois a Liga Norte-rio-grandense de Desportos Terrestres (LNDT), daí foi um passo para que os governantes logo sentissem a necessidade de doar um estádio à capital potiguar. Durou exatamente 10 anos entre a fundação da Liga e a inauguração do “Juvenal Lamartine”, 28 de outubro de 1928. Governava o Rio Grande do Norte um político habilidoso, filho de Serra Negra, membro de uma família importante, como eram os Lamartine. O líder da família, governador Juvenal Lamartine de Faria, entre tantos atributos, o de ser um desportista, com forte inclinação pela aeronavegação, Tanto que, é um dos fundadores ao Aero Clube do Rio Grande do Norte, por coincidência também completando 80 anos de fundação este ano. Convidado pelos dirigentes da LNDT para dar o chamado “ponta pé” num torneio disputado no Tirol, Juvenal Lamartine ficou penalizado com a pobreza das instalações do campo de futebol, cujos vestiários eram de taipa, o terreno bastante arenoso, sem qualquer outra instalação física. De imediato, entrou em contato com o arquiteto natalense Clodoaldo Caldas, que residia no Rio, onde prestava serviços como servidor público
Aceito o convite, em seis meses o estádio estava pronto, com instalações modestas mas aconchegante e suficiente para os primeiros torneios oficiais. Constava de uma arquibancada de madeira (hoje, ainda de pé), com capacidade para 800 a 1000 pessoas sentadas, com o restante do público, em pé, protegido por uma mureta bem trabalhada em cimento armado. O estadinho do Tirol era murado, com fachada estilo barroco, lamentavelmente desfigurada na ampliação, hoje ocupada por pequenas lojas . No estádio todo, cabiam entre 3 e 4 mil assistentes, dos quais apenas os que estavam na arquibancada de madeira sentiam-se protegidos do sol e da chuva. Na inauguração, estava a fina flor da sociedade natalense, os homens usando chapéu de palhinha, paletó e gravatinha borboleta, enquanto as senhorinhas desfilavam com os longos generosos no volume de tecido, chapéu de grandes abas. Natal, já tinha um colunista social, que era Aderbal de França, assinando a coluna diária com o pseudônimo de Danilo. A revista “A Cigarra”, semestral, trouxe ampla reportagem (com fotos) da festejada inauguração. Era o dia 12 de outubro de 1928. No gramado, ABC, América, Paysandu e o Cabo Branco, de João Pessoa-PB.com a vitória dos potiguares pelo placar de 5x2, com o primeiro gol marcado por DEÃO do ABC. Antes do futebol, equipes femininas realizaram evoluções e aconteceram pequenas provas de atletismo. Segundo ainda “A Cigarra”. Foi um dia inteiro de festas.

FONTE - INTERNET

QUEM FOI JUVENAL LAMARTINE

Juvenal Lamartine de Faria nasceu em 9 de agosto de 1874, em Serra Negra do Norte-RN, filho de Clementino Medeiros de Faria e Paulina Monteiro. Aos 17 anos foi Para Natal estudar no Atheneu, onde fundou o ‘‘Grêmio Literário Natalense’’ e o periódico ‘‘O Athleta’’. É reconhecido como fundador da primeira sociedade estudantil estadual, nascida no regime republicano e líder da primeira greve estudantil do RN. Em 1894, com o fechamento do Atheneu, Juvenal Lamartine foi para o Liceu da Paraíba, em João Pessoa, para concluir o curso secundário. Depois, cursou Direito em Recife, PE, e na mesma época, escrevia artigos para jornais do RN.Na sua trajetória de vida, foi professor de Geografia e Vice-Diretor do Atheneu (1898), Juiz de Direito (1893-1903), Vice-Governador do Estado (1904-1906), Deputado Federal (1906), Senador da República (1927) e Governador do RN (1928-1930).Juvenal Lamartine de Faria governou o Rio Grande do Norte por dois anos e nove meses. Foi deposto pela revolução de 30. Apesar de amigo de Getúlio Vargas, apoiou a candidatura de Júlio Prestes e foi destituído após a vitória da revolução comandada por Vargas, que depôs todos os governadores eleitos na época, inclusive os revolucionários. Exilou-se na Europa, retornando ao Estado já no governo de Rafael Fernandes.Filho de tradicional família seridoense, Juvenal Lamartine era juiz de Direito em Acari, até ingressar na vida pública, o que fez com sucesso. Foi deputado federal, vice governador, senador da República e governador. Foi quem dotou o Estado de uma moderna infra-estrutura, representada por estradas, pontes, escolas, campos de pouso no interior. Criou o Aero Clube, a escola de pilotagem e o estádio de futebol que hoje tem seu nome, no Tirol. Manteve na prefeitura de Natal o engenheiro Omar O’grady, que executou o plano de urbanização da capital, elaborado pelo arquiteto italiano Giácomo Palumbo.Intelectual, o governador deu o maior apoio às letras e às artes. Mantinha estreitas relações com os escritores e jornalistas da época. Homem austero, não admitia contestação à autoridade constituída. Por isso, os adversários passaram a chamá-lo de truculento. Ele era um homem cioso de seus deveres e das suas obrigações. Acabou com o banditismo no Rio Grande do Norte, o que, naquele tempo, era o flagelo do sertão.O cangaceirismo, na época, era uma espécie de epidemia, dizimando vidas e aterrorizando famílias no interior do Estado, com a finalidade de saquear, roubar e matar, atendendo a caprichos políticos ou por vingança familiar. No governo de Juvenal Lamartine, os cangaceiros foram banidos do Rio Grande do Norte.Em 1918, como deputado federal, participou da elaboração do Código Civil, tendo subsidiado o parecer de Clóvis Beviláqua, do qual resultou sua aprovação. Homem de cultura humanista, era também cultor do Direito, respeitado por seus pares no Congresso Nacional, tanto na Câmara como no Senado.Foi um dos fundadores da UDN em 1945, no Rio Grande do Norte, ao lado de José Augusto, Dinarte Mariz e outros. No acordo da UDN (União Democrática Nacional) com o PSP (Partido Social Progressista), saiu candidato ao Senado, mas foi derrotado por João Câmara. Para o governo, elegeu-se José Varela, que disputara o pleito com Floriano Cavalcanti, em 1947.O acordo com Café Filho (PSP) não foi bem visto por seus amigos e até familiares. Juvenal Lamartine disputou, então, seu último mandato na política do Rio Grande do Norte. Foi o primeiro acordo político entre adversários e até inimigos pessoais. Hoje é nome do estádio que construiu - o “Juvenal Lamartine” – e do Centro de Estudos e Pesquisas da Fundação “José Augusto”, uma homenagem prestada pelo governador Aluízio Alves, amigo e admirador de Lamartine, um homem identificado com sua terra e seu povo.No campo político, uma das maiores vitórias de Lamartine foi a consagração do voto feminino em 1927, direito que o Código Eleitoral Brasileiro só reconheceria em 1932.Durante o seu curto período de governo, foi eleita em Lages a primeira prefeita da América Latina, Alzira Soriano, em 1928. Era o coroamento da luta de Lamartine pela emancipação feminina. Juvenal Lamartine construiu 416 quilômetros de estradas e pontes, desbravando o sertão e interligando-o com a capital. Seguiu a política de valorização do algodão que herdou do seu antecessor, dando maior destaque à política de incentivos fiscais, como por exemplo a redução do imposto de exportação para o caroço, o farelo e o óleo, derivados do algodão.Sua última atividade foi a presidência da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, que se transformou no refúgio do velho líder comprometido com a valorização da cultura do Rio Grande do Norte. Juvenal Lamartine nasceu em Serra Negra, em 09/08/1874, e faleceu em Natal, em 18/06/1956.Com a revolução de 30, comandada pelo gaúcho Getúlio Vargas, depondo o presidente Washington Luís, estava encerrado o ciclo da Primeira República, também conhecida como “República Velha”, que vai de 1889 a 1930. O País conquistava o direito ao voto secreto, uma das maiores conquistas do movimento revolucionário.
FONTE - BLOG FLOR DA TERRA

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Quem sou eu

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Marilia Jullyetth Bezerra das Chagas, natural de Apodi-RN, nascida a XXIX - XI - MXM, filha de José Maria das Chagas e de Maria Eliete Bezerra das Chagas, com dois irmãos: JOTAEMESHON WHAKYSHON e JOTA JÚNIOR. ja residi nas seguintes cidades: FELIPE GUERRA, ITAÚ, RODOLFO FERNANDES, GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO e atual na cidade de Apodi. Minha primeira escola foi a Creche Municipal de Rodolfo Fernandes, em 1985, posteriormente estudei em Governador Dix-sept Rosado, na no CAIC de Apodi, Escola Estadual Ferreira Pinto em Apodi, na Escola Municipal Lourdes Mota. Conclui o ensino Médio na Escola Estadual Professor Antonio Dantas, em Apodi. No dia 4 de abril comecei o Ensino Superior, no Campus da Universidade Fderal do Rio Grande do Norte, no Campus Central, no curso de Ciências Econômicas. Gosto de estudar e de escrever. Amo a minha querida terra Apodi, porém, existem muitas coisas erradas em nossa cidade, e parece-me que quase ninguém toma a iniciativa de coibir tais erros. Quem perde é a população.